Revista Novo Perfil Policial

sábado, 25 de outubro de 2014

Uma mulher identificada como sendo Marinalva Ferreira, 52 anos, morreu no início da manhã desta sexta-feira (24), ao ser atropelada em uma das principais avenidas do bairro do Catolé, na cidade de Campina Grande, no Agreste do estado. A vítima foi arremessada para cima do para-brisa do carro e ainda arrastada por cerca de 67 metros, de acordo com a perícia da Polícia Civil.

Segundo informações da polícia de trânsito da cidade, a vítima – que seria uma empregada doméstica - estava passando pela faixa de pedestre quando foi atingida por um veículo Fiat Pálio.

Testemunhas disseram que o sinal estava aberto para o automóvel e ela não teria respeitado a sinalização. Com a batida, ainda segundo testemunhas, a mulher foi arrastada sobre o para-brisa do veículo.

O motorista do automóvel identificado como sendo o operador de máquinas João Paulo de Araújo tentou prestar socorro à vítima, mas a mulher teve morte no local. Ele Foi levado para Central de Polícia Civil de Campina para prestar depoimento. O condutor deve responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O corpo da vítima foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) da cidade.

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Fonte: Hyldo Pereira/Portal Correio
Fotos: Renato Diniz

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Genivaldo Florêncio, 32 anos PM do Rio Grande do Norte, voltava do trabalho, por volta das 15:00 destas sexta-feira, quando nas imediações da rodovia que liga a cidade de Tacima à Belém, mais precisamente, antes da primeira ponte, próximo a Cerâmica Santa Helena, perdeu o controle do carro que conduzia, um Celta preto de placa NQB 7104, Bayeur PB.

O carro subiu no acostamento da pista que esta sendo reconstruída e bateu de frente não chegando a capota, o condutor do veiculo esta sozinho no carro, não teve ferimentos aparente apenas uma batida na cabeça. O mesmo foi socorrido para o Hospital Distrital de Belém.


Por Henrique Filho

quinta-feira, 23 de outubro de 2014


Uma vendedora ambulante de 50 anos pagou uma fiança de R$ 724 em moedas de R$ 0,25, R$ 0,50 e R$ 1 após ser presa suspeita de receptação de produtos furtados no bairro Caetano Filho, conhecido como "Beiral", no Centro de Boa Vista. A prisão ocorreu na segunda-feira (20) e nesta quarta-feira (22) o escrivão da Polícia Civil que atendeu a ocorrência, Waldir Freitas, falou ao G1 sobre o caso.

De acordo com ele, a mulher comprou edredom, pratos e bandejas inox por apenas R$ 20 de um homem apelidado de 'Urso' . "Ela conta que o indivíduo alegou que estava com fome e precisava vender essas coisas. Mesmo desconfiando que os produtos pudessem ser roubados ou furtados, a ambulante resolveu comprá-los por esse valor", disse.

Ainda de acordo com Freitas, a proprietária do edredom acionou a Polícia Militar ao passar por um imóvel no mesmo bairro e vê-lo estendido em um varal. "Ela disse que não comprou os produtos para revender, mas para uso próprio", acrescenta o escrivão.

A mulher ficou detida até as 21h do mesmo dia, quando parentes foram a sua casa e quebraram um 'cofrinho' de madeira onde estavam as moedas. "Eu e dois filhos dela contamos [as moedas]. Em dez anos de profissão, nunca havia passado por uma situação como essa", relata Freitas.

A suspeita foi liberada após pagar a fiança e responderá em liberdade por receptação. Em depoimento ao delegado Domingos Sávio, ela contou que já teve passagem na Justiça por tráfico de drogas, mas foi inocentada.


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Fonte: Érico Veríssimo-G1/RR via Mais PB
Foto: Arquivo Pessoal

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Uma mulher ficou gravemente ferida após ser atropelada por um carro no cruzamento da Avenida 1º de Maio com a Rua Professor Renato Carneiro da Cunha, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa, na manhã desta terça-feira (21). Segundo informações de Manoel Vítor, testemunha do acidente, a condutora de um carro se assustou com a chegada de um ônibus e acelerou o veículo.

Na manobra, o carro subiu a calçada, atropelou uma mulher e parou no muro de uma casa. A vítima ferida no acidente foi imprensada pelo carro na parede de um estabelecimento comercial, de acordo com Gérson Targino, outra testemunha do acidente. O ônibus que teria feito a condutora do carro se assustar não permaneceu no local do atropelamento.

Segundo informações do Samu, o estado de saúde da mulher atropelada era considerado grave. Ainda de acordo com o Samu, a mulher atropelada foi encaminhada para Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, mas até as 10h (horário local) ainda não havia informações sobre o estado de saúde dela.

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Fonte: G1 PB
Fotos: Walter Paparazzo/G1

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O corpo de um jovem de 19 anos que estava desaparecido desde o último domingo (19), após ter mergulhado em um açude na zona rural de Cacimba de Dentro foi encontrado.

Arlefison Luiz da Silva, agricultor, residente no Sítio Salgado de Souza estava tomando banho com amigos e familiares por volta do meio dia, quando segundo testemunhas, o jovem desapareceu.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros realizou buscas com uma rede de arrasto até por volta das 18h, mas não conseguiram localizar o corpo.

Na manhã desta segunda-feira (20), familiares encontraram o corpo da vítima, e uma equipe do Corpo de Bombeiros fez o resgate do corpo.

O IML foi até o local e um laudo posterior deve confirmar a causa da morte. A Polícia Civil também foi acionada para as medidas cabíveis.



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Fonte: João Batisa E. Aguiar/Nordeste 1
Fotos: Nordeste 1

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Monteiro
Uma mulher de 56 anos foi morta a golpes de faca na noite desse domingo (19), na cidade de Monteiro (Cariri do estado, a 305 km de João Pessoa). Segundo informações da Polícia Militar, a vítima era professora e foi assassinada enquanto consumia bebidas alcoólicas em um estabelecimento comercial da região.

A principal suspeita do crime é uma agricultora de 58 anos. As duas teriam iniciado uma briga por volta das 22h, quando a vítima foi atingida por uma facada no pescoço. Testemunhas relataram que a professora tentou pegar uma telha para se defender da agressão, mas acabou caindo na calçada.

Profissionais do Samu se deslocaram até o bar para prestar socorro à vítima, mas ela não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local.

Pessoas que estavam presentes no estabelecimento contaram que a agressora fugiu em direção a um matagal. Policiais militares fizeram buscas nas imediações do local, mas não conseguiram encontrar a suspeita.

O motivo da briga entre as duas mulheres não foi revelado.

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Fonte: Portal Correio
Foto: Espaço Turismo
Um jovem teve um grande sustou na noite desse domingo (19) ao sair da missa em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, bandidos levaram as quatro rodas do veículo dele, que estava estacionado em frente de um colégio particular, na praça da Independência, no bairro de Tambiá. O veículo estava aparado por pedras.

Segundo a PM, o rapaz ligou para o 190 informando que o veículo Onix Preto estava suspenso por pedras após os pneus terem sido levados por bandidos.

A vítima relatou aos policiais que estava assistido a missa numa igreja que fica dentro de um colégio particular e ao sair encontrou o carro dele suspenso por pedras de paralelepípedos.

O jovem foi orientado a prestar queixa no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disp), em Manaíra. Ainda de acordo com a PM, um reboque foi chamado para retirar o automóvel do local. Os suspeitos ainda não foram identificados.

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Fonte: Hyldo Pereira/Portal Correio

domingo, 19 de outubro de 2014

Um agricultor foi encontrado completamente carbonizado dentro de um quarto nesta sexta-feira (17), em Riachão do Poço, Região de Sapé, na Mata.

Segundo a família, Sebatião Augusto da Silva, quando bebia causava muitos problemas. Ele botou fogo no cômodo que estava e o quarto ficou completamente destruído. Até o telhado desabou.

A residência do agricultor ficava ao lado da casa de sua mãe.

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Fonte: Joab Freire/Nordeste1
Foto: David Martins

sábado, 18 de outubro de 2014

O ato pró-Dilma que foi realizado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) nesta quinta (17) terminou em confusão entre os estudantes e a Polícia Militar, acionada pela Justiça Eleitoral. Por parte dos estudantes houve denúncias de abuso de autoridade e truculência, já em nota enviada à imprensa, a Polícia destaca que os procedimentos aconteceram dentro da normalidade. A reitoria da Universidade lamentou o ocorrido e tomou as providências em relação ao aluno apreendido.

A reitora da UFPB, Margareth Diniz, não estava no estado em virtude de uma reunião mensal da Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), afirmou que lamenta profundamente o fato e segunda-feira (19) vai saber as providências que o reitor em exercício, Eduardo Rabenhorst tomou. “Espero que não aconteça mais dentro da instituição esse tipo de abordagem”, afirma.

De acordo com o vice-reitor, a polícia foi requisitada pela Justiça Eleitoral e entrou junto para coibir um ato de manifestação eleitoral que para ele, no entendimento da Justiça, se configurou como ilícito. Houve resistência e nesse momento um conflito se instalou entre manifestantes e Polícia Militar.

“O que a Universidade procurou foi obter informações junto à PM, onde existe uma nota que diz que o procedimento foi normal. Primeiro a Universidade lamente algum excesso e a ocorrência desse tipo de situação de modo geral. Ela tomou as providência de se inteirar, procurar a Defensoria Pública da União para atuar na assistência jurídica à pessoa apreendida e também entramos em contato com a Justiça Eleitoral que esclareceu o episódio”, diz.

Para Rabenhorst, o fato foi lamentável, mas ressalta que se houve excesso por parte da Polícia, essa questão tem que ser apurada pela PM e Justiça. “Não podemos entrar nessa esfera”, destaca. “Entramos em contato com o Comando da PM e a nota gerada vai no sentido de que os procedimentos foram dentro da lei e respeito aos direitos humanos e não poso julgar isso”, diz.

O vice-reitor pediu que as pessoas respeitem a lei, já que ela é clara sobre o assunto. “Entendemos que há uma necessidade de discussão e debate, mas sempre respeitando a lei”, afirma.

Já a estudante, Shellen Galdino, uma das organizadoras do evento pró-Dilma, afirmou que o movimento foi algo que surgiu na internet e tinha o intuito de tirar uma foto com os apoiadores no interior da Universidade a exemplo do que já havia sido feito por pró-Aécio, mas que o evento fugiu ao controle, por ser algo espontâneo e culminou com a presença da polícia.

Para Shellen, houve excessos por parte da polícia sim. “Quando estávamos nos concentrando para tirar a foto e sair do Campus, como fizeram vários grupos, já no primeiro turno, uma pessoa subiu no banco da Praça da Alegria fazendo uma intervenção individual e o TRE foi coibi-lo. Ele falou algumas coisas contra o TRE, pediu liberdade e a PM deu voz de prisão. Não entendemos o real motivo. Quando a polícia chegou, jogou spray de pimenta nas pessoas e quando ele (o jovem que estava fazendo a manifestação) já estava sem possibilidade de sair, já estava apreendido, usaram a arma de choque, além de usar em outras pessoas próximas, também professores e funcionários”, denuncia.

A estudante afirmou ainda que na mesma universidade aconteceram atividades para o outro candidato e o TRE em nenhum momento coibiu.

A respeito do estudante apreendido, ela explicou que logo após ir para a sede da Polícia Federal prestar esclarecimentos, ele foi liberado. “Não tinha crime para prendê-lo”, diz. Ela explicou que os professores e manifestantes conseguiram um ‘acordo’, mas que isso não apaga a violência que teve a priori. A estudante também denunciou que um policial chegou a sacar a arma e apontar para algumas pessoas.

“Acreditamos que foi abusivo e vamos fazer um evento. Ainda não sabemos ao certo a data para alguma atividade, mas vamos nos reunir com os professores, a ADUF se reuniu ontem, os funcionários também para pedir um posicionamento tanto da reitoria da Universidade, quanto dos abusos cometidos pela PM”, garante.

O Tenente Flávio do 1° Batalhão de Polícia Militar, afirmou que o objetivo da PM é atuar no policiamento ostensivo e que existe uma portaria além do próprio código penal que fala sobre o uso da força. “Houve verbalização e não foi atendido, para evitar um mal maior ou uso de arma letal foi usado o spray de pimenta que é a base de espuma e atinge somente o alvo determinado”, explica.

Sobre o uso da arma de choque em um dos manifestantes, o tenente explicou que o jovem ‘utilizou de palavras de baixo calão’ e resistiu à voz de prisão, assim como das pessoas que estavam ao seu redor. “A polícia usou a força progressiva para conter a agressão”, justifica.


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Fonte: Marília Domingues - Focando Noticia

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Um casal de jovens foi encontrado morto no começo da noite desta quarta-feira (15) dentro da mala de um carro na Zona Rural que fica entre as cidades de Campina Grande e Puxinanã, no Agreste da Paraíba.

De acordo com a Polícia Militar, o Centro Integrado de Operações Policiais foi acionado para checar a informação de que duas pessoas estariam mortas dentro de um Ford Fiesta, de cor prata, numa área de difícil acesso.

A PM foi ao local e constatou a ocorrência, encontrando os corpos das vítimas, com idades aproximadas entre 19 e 25 anos, com marcas de disparos de arma de fogo. Segundo o tenente Florestam, o armamento utilizado pode ter sido de grosso calibre, devido ao estado dos ferimentos causados.

"O casal é provavelmente oriundo de Campina Grande, pois, com a moça, foi encontrada uma carteirinha de uma creche da cidade", contou o tenente, acrescentando que a perícia já recolheu a documentação e fez a identificação de ambos, mas ainda não havia concluído os trabalhos. 

Florestam disse que o carro não consta como roubado ou utilizado em ações criminosas nos sistemas da PM, mas ainda não há informações se o veículo seria de propriedade das vítimas. A ocorrência segue para investigação da Polícia Civil, provavelmente, conforme o PM, no núcleo de homicídios da cidade de Esperança.

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Fonte: Portal Correio

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Um jovem de 19 anos identificado por Antônio Sebastião da Silva, vulgo “Ravel”, foi preso na madrugada desta terça-feira (14) em um sítio na zona rural da cidade de Alagoa Nova, no agreste paraibano. O rapaz é suspeito de matar a facadas a prima identificada por Aline Silva Santos, de 16 anos, na noite do domingo (12). De acordo com a Polícia Civil, o suspeito estava escondido em um matagal próximo ao local do crime.

A adolescente foi morta na casa onde morava, na frente da avó dela, de 80 anos, e de uma criança de cinco anos. Segundo a PM, o suspeito foi até o quarto onde a vítima estava e a golpeou com pelo menos dez facadas.

Ainda de acordo com a polícia, o motivo do crime seria uma briga entre a vítima e a irmã do jovem. As duas não se falavam e o rapaz teria se irritado por conta da briga e acabou assassinando a adolescente, que é prima dele.

Segundo a polícia, equipes realizavam buscas desde a noite do domingo quando, por volta das 5h30 desta terça, encontraram o suspeito escondido em um matagal dentro de um sítio próximo ao local onde aconteceu o crime.

Ele foi preso em flagrante e levado para a delegacia de Polícia Civil da cidade de Esperança para prestar depoimento. Ainda hoje o jovem deve ser levado para a cadeia pública de Alagoa Nova. A arma utilizada no homicídio não foi encontrada.

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Fonte: Pedro Junior - Portal Independente